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25/08/22 às 21:08

Luciano Hang tem novas redes suspensas; agora empresário perde twitter e youtube

O empresário Luciano Hang, que está sendo investigado por suspostamente apoiar um golpe de Estado, disse que mais uma vez foi vítima de censura na tarde desta quinta-feira.

Hang teve as contas do twitter, com mais de 835 mil seguidores e do youtube com 351 mil inscritos suspensas. O empresário informa que a censura se deu em virtude de uma narrativa criada após uma reportagem do portal Metrópoles, que teve acesso a conversas de um grupo de WhatsApp fechado.

De acordo com sua assessoria, com o bloqueio do Twitter e Youtube, Hang foi censurado e perdeu acesso a todas as suas redes sociais, que juntas somavam mais de 12 milhões de seguidores. A conta bancária do empresário também foi bloqueada.

“Isso é um ataque à democracia e à liberdade de pensamento e de opinião. Comecei a me manifestar politicamente porque eu não aguentava mais todos os desmandos desse país. Querem me calar. Mas eu sou a voz de milhões de brasileiros de norte a sul do Brasil. Me calando, calam a voz de todos que se sentem representados por mim. Tenho certeza que tudo foi arquitetado para derrubar as minhas redes sociais para prejudicar o presidente Bolsonaro”, afirma Hang.

Sua equipe informou que às vésperas das eleições presidenciais, o empresário foi censurado em todas redes sociais, mesmo o processo sendo referente à supostas conversas em um grupo privado de WhatsApp.

“Eu nunca arquitetei golpe algum. Sou um defensor da liberdade e da democracia. Em minhas redes sociais, sempre passei mensagens de otimismo, empreendedorismo, economia e minha visão política. É um absurdo um cidadão não poder nem mais falar o que pensa, nem em um grupo entre amigos ou família no WhatsApp. Onde já se viu um ativista político não poder se manifestar sobre política. Vivemos tempos sombrios no nosso país, onde um lado pode tudo, tem toda a grande imprensa a favor e o outro nada pode. Estamos sendo perseguidos e censurados como bandidos. Isso não é democracia, é ditadura”, finaliza.
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