Notícias / Agronegócios

16/10/25 às 09:46

Em Canarana, primeira biorefinaria de etanol de milho do Araguaia inicia comissionamento

Alvorada Bioenergia realiza testes na caldeira da usina, etapa que antecede o início das operações industriais previstas ainda para 2025, com produção estimada em 222 milhões de litros de etanol

Assessoria/Dialog

com redação AguaBoaNews

Imprimir Enviar para um amigo
Em Canarana, primeira biorefinaria de etanol de milho do Araguaia inicia comissionamento

Foto: Assessoria/Reprodução

A Alvorada Bioenergia iniciou no último fim de semana o comissionamento da caldeira da biorefinaria de etanol de milho instalada em Canarana (MT). O procedimento marca uma das fases finais de preparação para o início das operações industriais. Primeira indústria do segmento no Araguaia, a indústria tem previsão de produzir 222 milhões de litros de etanol e de operar ainda em 2025.
 
O comissionamento consiste em uma série de testes que verificam se todos os componentes da caldeira (válvulas, tubulações, sensores, sistemas de segurança e controle) estão operando corretamente. O objetivo é garantir que o equipamento funcione com eficiência e segurança antes de entrar em operação definitiva.

Durante os testes, é possível ouvir o som de escape de vapor sob pressão. Esse barulho ocorre quando o vapor é liberado para a atmosfera para ajustar a pressão e calibrar os sistemas – similar ao que acontece quando a água começa a ferver em uma chaleira.
 
“Os testes são feitos para garantir segurança no uso dos equipamentos e seu perfeito funcionamento. É um barulho temporário e que acontecerá no período comercial, das 7h às 19h. Quando a usina começar a operação, não será feito esse ruído”, explica Bernard Hennies, Diretor de Projetos da Alvorada Bioenergia. 
 
A Alvorada Bioenergia é a primeira indústria de etanol, farelos e óleo de milho da região do Araguaia mato-grossense. Idealizada pela Agrícola Alvorada, a usina foi projetada e construída para realizar o máximo aproveitamento do cereal, fabricando também farelos (DDG e DDGS) e óleo de milho, além de reaproveitar a energia gerada no processo industrial para o funcionamento da planta.

comentar  Nenhum comentário

AVISO: Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do AguaBoaNews. É vedada a inserção de opiniões que violem as Leis, a moral, os bons costumes e/ou direitos de terceiros. O portal poderá retirar, sem prévia notificação, comentários publicados que não respeitem os critérios impostos e/ou estão fora do tema da matéria comentada.

 
 
 
Sitevip Internet