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08/04/20 às 22:24 / Atualizada: 08/04/20 às 23:16

Assunção Paraguai - Despedida de Ronaldinho Gaúcho da cadeia teve churrasco e choro

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Assunção Paraguai - Despedida de Ronaldinho Gaúcho da cadeia teve churrasco e choro

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A despedida na última terça-feira de Ronaldinho Gaúcho da Agrupación Especializada, onde ficou preso há 32 dias no Paraguai, foi marcada por um churrasco entre os presos e muito choro.
 
A reportagem apurou que, assim que deixou o tribunal, Ronaldinho e Assis, seu irmão mais velho, voltaram à prisão para se despedir dos colegas. Foram recebidos com um churrasco. Participaram e depois disseram adeus, prometendo visitá-los novamente antes de voltar ao Brasil.
 
Brasileiros vão deixar a prisão, mas precisam seguir ordens© Fornecido por ESPN Brasileiros vão deixar a prisão, mas precisam seguir ordens.

Quem acompanhou, disse que muitos presos choraram emocionados.
 
O pedido da defesa de Ronaldinho e Assis para prisão domiciliar foi aceito na terça-feira após pagamento da fiança de 1,6 milhão de dólares (R$ 8,37 milhões na cotação atual) através de uma conta pessoal de Ronaldinho (800 mil dólares de cada um). 

A dupla apresentou o Hotel Palmaroga, no centro histórico da capital, como o local da prisão domiciliar. Tanto Ronaldinho quanto Assis acreditam que em breve serão liberados.

Acreditam que precisam aguardar agora o fim da quarentena pela pandemia do coronavírus. A defesa entende que a Justiça paraguaia não tem nenhuma acusação contra eles.

Assis já se mostrou mais animado após um mês que, segundo relatou para pessoas próximas, foi “muito difícil e complicado”. Ele também acertou uma visita dos pais ao hotel assim que as fronteiras entre Brasil e Paraguai foram reabertas, após a quarentena.

Todo o encaminhamento do caso é acompanhado e monitorado pelo Barcelona, clube em que Ronaldinho jogou e chegou a ser embaixador.

Os irmãos Assis estão no Paraguai desde 4 de março, quando participariam de eventos promovidos pela empresária Dalia López. Eles apresentaram documentos (certidão e passaporte) falsos na chegada ao país e por isso foram presos em 6 de março.

A defesa da dupla já havia tentando em outras três oportunidades a prisão domiciliar e/ou a liberdade de ambos, mas os pedidos tinham sido rejeitados.

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