Escrito por Suzana Machado/Black & White Comunicação
Qui, 29 de Dezembro de 2011 11:32
Black & White Comunicação
As inscrições para a 12ª edição do Rally da Selva, que será realizado de 01 a 04 de março, foram abertas em setembro e até o momento 28 equipes já garantiram participação na competição.
São pilotos e navegadores de vários estados brasileiros que irão percorrer 1 mil quilômetros de trilha que cortam a floresta amazônica, na região norte de Mato Grosso. As equipes irão competir nas categorias Super Master, Graduado, Junior, Turismo e Expedição.
Além de Mato Grosso, os aventureiros já inscritos vêm do Amazonas, Santa Catarina, São Paulo, Rio Grande do Sul e Paraná, como é o caso de Agnaldo Reis.
Morador do município paranaense de Apucarana, está será a primeira vez que Reis irá competir no Rally da Selva. “A expectativa é a melhor possível. Ouvimos falar muito da competição e acredito que será uma excelente experiência”, declarou.
Para Reis, que competirá pela Graduado, a aventura une o útil ao agradável. “Vamos com a intenção de dar o melhor de nós dentro da disputa, quanto equipe, mas vamos também com o intuito de se divertir, conhecer a região, as belezas naturais, outras culturas e claro, fazer novas amizades”, afirmou o piloto.
A trilha do Rally da Selva não deve surpreender somente quem vem de outras localidades. Os competidores que moram na região também irão se deparar com situações e paisagens diferentes. “Apesar de morar em Sinop [município de largada do rally], conhecer a região, na trilha é diferente. O Rally nos coloca em situações difíceis, que exigem determinadas habilidades. Passamos por locais que não temos acesso habitualmente e que se tornam novidade também para nós”, acrescentou o navegador Gustavo Ropelli, que competirá pela segunda vez no Rally da Selva e que foi campeão na categoria Turismo na edição de 2011...
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Última atualização em Qui, 29 de Dezembro de 2011 11:45
Escrito por Suzana Machado/Black & White Comunicação
Qua, 14 de Dezembro de 2011 23:51
Foto: Ponto Cultural – Lyons Club de Matupá
Os competidores da 12ª edição do Rally da Selva, que será realizado de 01 a 04 de março, terão a oportunidade de conhecer o território que já foi casa dos índios Panarás, conhecidos também como Krenakore ou índios “gigantes”. A tribo ocupava, na região norte de Mato Grosso, a bacia do Rio Peixoto de Azevedo, onde atualmente se localizam o município de mesmo nome e a cidade de Matupá, que passam a integrar a rota da competição.
A passagem pela terra dos Panarás é uma espécie de encontro com a origem da competição, que desde o início carrega na logomarca o símbolo dos índios gigantes quase exterminados pelos bandeirantes e salvos pelos irmãos Villas Boas.
“Quando cheguei à Sinop, há 15 anos, procurei me interar sobre a história local, da qual fazem parte os Panarás. Quando idealizamos o Rally da Selva, um dos principais objetivos foi promover a integração total do evento com a região norte de Mato Grosso, mantendo essa idéia em todos os detalhes, inclusive na logomarca do evento, que é composta por uma onça e por um símbolo Panará. A imagem, que inclusive é semelhante a um rastro de pneu, era pintada pelos Panarás em seus corpos durante ritual da tribo”, informou o diretor-geral do Rally da Selva, Miro Teodoro.
A insígnia que vai abaixo da onça, representa a força física e mental necessária aos aventureiros durante a competição em meio à selva amazônica.
“A onça e a insígnia são dois símbolos fortes da nossa região. Costumamos dizer que a onça representa a rapidez, já que os competidores precisam ser rápidos e ágeis na direção. A insígnia representa a força do índio, uma vez que além da agilidade, as equipes também precisam ter força física e mental”, afirmou o diretor geral do Rally.
Para o prefeito de Matupá, Fernando Zanfonato, o evento esportivo contribui para o resgate histórico cultural da região.
“É fundamental que as pessoas conheçam a história deste povo guerreiro, que também está ligada a chegada da BR 163 ao norte de Mato Grosso. Nós já desenvolvemos no município um projeto de resgate cultural que envolve também os Panarás e a iniciativa do Rally da Selva vem somar com essa atividade”, acrescentou...
Em 8 de dezembro, o paraense José Nilton Brito, 54 anos, chegou a Serra Negra, SP, como parte de uma viagem pelo país sobre uma bicicleta. O Ciclista vive em Xinguará – PA, cidade próxima à divisa com o Estado de Tocantins, localizada entre os rios Araguaia e Xingu.
Metalúrgico por profissão, José Nilton disse que decidiu fazer a viagem para conhecer o país. “Quero conhecer de perto as culturas de todas as regiões. Teria uma vida frustrada se não fizesse isso”. Deu início à sua jornada na cidade de Palmas – TO em 16 de julho de 2009 com o objetivo de percorrer 50 mil quilômetros em três anos. Há poucos dias de completar dois anos e meio de estrada, acredita que não cumprirá o prazo estabelecido. Nesse período usou 11 pares de pneus, visitou 1.233 cidades em 23 estados, incluindo Serra Negra. “Falta concluir o Estado de São Paulo e os três da região Sul. O percurso não tem uma linha reta. “Viajo em zigue-zague para cumprir os 50 mil quilômetros”.
Para a viagem separou uma reserva de R$10 mil para cobrir os custos, mas o dinheiro acabou no Piauí. “Acho que se tivesse saído sem qualquer real, mesmo assim estaria aqui em Serra Negra. O Povo Brasileiro é muito solidário e tem-me ajudado. As pessoas colaboram quando vêm sinceridade no objetivo”. Em Serra Negra José Nilton Brito permaneceu durante toda a quinta-feira para poder proceder à sua justificativa eleitoral, uma vez que no final de semana, seu estado de origem terá um plebiscito que definirá a manutenção do território ou sua divisão em três.
Eventos técnicos da temporada 2011/12 têm início nesta sexta-feira. Aliança estratégica entre Rally e Expedição leva informação, tecnologia e sustentabilidade ao agronegócio brasileiro
Com a temática das soluções sustentáveis e integradas para o agronegócio, o Rally Ceagro e a Expedição Safra realizam nesta sexta-feira (09) em Querência, no Mato Grosso, o primeiro de uma série de eventos técnicos que serão realizados no ciclo 2011/12. A promoção conjunta faz parte da aliança estratégica firmada entre a Ceagro grupo Losgrobo e o Agronegócio Gazeta do Povo. O objetivo é levar informação profissional e qualificada para o campo, explica o diretor de negócios da Ceagro, Cassiano Prado. “Sempre buscamos assuntos relevantes e da atualidade para o produtor. Pode ser sobre pragas atacando a lavoura até novas variedades de grãos e mercado. Agora, o tema é sustentabilidade econômica e social”, afirma Prado.
A programação tem início às 8 horas com uma palestra ministrada por Marco Antonio Conejero, professor do Ibmec. Ele também é coordenador do Centro de Inteligência do Agronegócio da PriceWaterHouseCoopers, uma das mais conceituadas empresas de consultoria no mundo. Conejero vai falar sobre o desafio da sustentabilidade no campo. Em seguida, uma equipe formada em sua maioria por produtores da região, que estará acompanhada de técnicos e jornalistas, dará início à parte mais técnica da agenda, com a visita a propriedades da região...
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Quando eu era criança, meu pai se mudou para Ribeirão Preto (SP). Era muito chato ter que ir visitá-lo, pois eu não tinha amigos lá e ficava sem ter o que fazer.
Nessa época, Dr. Ricardo, meu pai, ainda pilotava aviões e, em suas andanças pela Amazônia, ele invariavelmente trazia novidades.
Primeiro foi uma enorme cobra Jibóia, que foi diretamente para o Zoológico de Ribeirão Preto. Depois foi uma lontra e, mais tarde, ele adotou um índio Xavante que se chamava Ciridiuê.
Esse garotinho de 9 anos de idade era muito engraçado. Eu me lembro que ele ainda não falava português e tentava se comunicar a todo custo. Nadava na piscina da casa como um peixe por debaixo da água.
Uma outra curiosidade era que ele tinha noções de sexualidade muito precoces para um garoto de sua idade...
Em mais uma reportagem sobre o perfil dos municípios cortados pela BR-163, uma equipe da TVCA seguiu até o Pará. No caminho, centenas de quilômetros ainda não asfaltados encarecem os produtos e deixam comunidades isoladas do restante do país.
Rodrigo Alvarez e os universitários foram convidados a viver a rotina dos índios por dois dias (Foto: TV Globo)
Depois de quase mil quilômetros percorridos, a aventura do jornalista Rodrigo Alvarez e dos sete jovens universitários chega ao fim neste domingo (25), no 'Fantástico'. A série 'Expedição Xingu', que reviveu a saga dos irmãos Orlando, Claudio e Leonardo Villas Bôas, partiu da cidade de Barra do Garças, em Mato Grosso, cruzou o Rio das Mortes seguindo pela Serra do Roncador, até chegar ao Parque Nacional do Xingu e finalmente à tribo dos Kamaiurás, que será apresentada neste último episódio.
Rodrigo Alvarez e os universitários foram convidados a viver a rotina dos índios por dois dias. "O estilo de vida não mudou em nada desde o tempo em que os Villas Bôas chegaram aqui: mulheres cuidam da plantação e homens da caça e da construção", conta o jornalista. Para entrar no clima, os meninos ajudaram na reforma de uma maloca e as meninas participaram da colheita da mandioca e do preparo das refeições. Além disso, eles jogaram futebol com índios e aprenderam a luta huka huka.
Durante a visita, Rodrigo Alvarez se surpreendeu ao entrevistar o Pajé que revelou seu agradecimento ao irmãos Villas Bôas. "Considero Orlando [Villas Bôas] como um pai", diz o Pajé. "O reconhecimento do Pajé se deve principalmente porque Orlando foi um dos fundadores do Parque Indígena do Xingu", explica o jornalista. Ainda no episódio final, as mudanças que ocorreram na vida dos universitários que participaram do projeto.
A exemplo dos irmãos Villas Bôas, os integrantes da Expedição Xingu viajaram em dois bimotores, que pousam no rio Kuluene, um marco na jornada original. Depois, eles se encontraram com os índios.
Entre os dias 8 e 12 de agosto participei de um curso sobre uma metodologia participativa para se trabalhar com comunidades, onde se leva os próprios participantes a identificarem os problemas que sua comunidade possui. Essa metodologia se chama SARAR. Foi uma grande experiência pessoal, sobre a qual vou escrever um dia desses.
Participando desse curso havia uma arquiteta colombiana chamada Mónica que possui muita experiência com construções com bambu. Durante a visita ao centro demonstrativo da organização SARAR SC, onde faço meu voluntariado, surgiu a idéia de Mónica permanecer mais duas semanas aqui no México para dar uma oficina de construção de um sanitário ecológico feito de bambu.
A oficina foi um sucesso, apesar de ter sido planejada e divulgada em um tempo tão curto. Nos seus três dias de duração, contou com a participação de aproximadamente 20 pessoas. Nesse período, aprendemos muito sobre os diversos tipos de bambu que existem, suas características, de onde vieram, seus principais usos, além de aprendermos sobre como cortar um bambu, que é algo bastante interessante. Tudo isso na prática, pois o primeiro dia de oficina foi na chácara onde vive um gringo (ele mesmo se chama assim) de 2 metros de altura, com um sotaque texano bem característico. Imagine um estadunidense falando português, com todo aquele sotaque, pois é o mesmo com o espanhol. Ele se chama Clinton e é completamente apaixonado por bambus, aponto de batizar sua chácara de “bambulândia”. Formado em arquitetura, nos contou que sua paixão começou quando, por curiosidade, leu um livro sobre bambu que encontrou na biblioteca de sua universidade. Hoje, com 64 anos e mais energia que muitas pessoas de vinte e tantos, possui um grande conhecimento sobre cultivo de bambus, acumulado ao longo de sua vida.
Figura 1: Clinton, de blusa preta à direita, explicando sobre o corte de bambu, utilizando como exemplo uma espécie chinesa
Pra mostrar que aprendi alguma coisa nessa oficina, vou falar sobre o corte do bambu. Os fatores a serem observados são:
- idade: para construção com bambu, utilizam-se plantas maduras, entre 4 e 5 anos, idade na qual atingem sua maior resistência;
- estação de corte: a melhor época é o inverno, quando a planta acumula nutrientes em suas raízes para lançar os brotos na primavera; nessa época o bambu tem menos açúcares e, por isso, atrai menos os insetos, tendo uma vida útil maior na construção. Há construções feitas de terra com armação de bambu, que duraram 200 anos;
- período: madrugada, alguma horas antes do amanhecer, pois nessas horas a planta ainda não começou a fazer a fotossíntese, há menos fluidos passando por ela, o que significa um material com menos água, mais leve e com mais durabilidade;
- fase da lua: aqui há algo que me chamou a atenção, por ser uma conexão entre saber popular e ciência. O saber popular diz que a melhor época pra cortar bambu é na época de lua minguante. Mas, por quê? Nesta fase, a lua está mais distante da Terra, o que significa que exerce uma atração gravitacional menor na Terra, ou seja, essa atração gravitacional menor faz com que o bambu tenha menos fluidos em sua extensão, oferecendo os mesmos benefícios citados no item anterior;
Portanto, concluímos que a melhor época pra cortar bambu para usá-lo para construção é quando a planta tem entre 4 e 5 anos, durante o inverno, antes de amanhecer, em lua minguante...
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Os viajantes fizeram o primeiro trecho de carro, em uma das estradas criadas a partir das trilhas feitas pelos Villas Bôas. A expedição cruzou com uma boiada e ganhou carona nos burros da comitiva.
Escrito por Niterói Jeep Clube com redação Água Boa News
Ter, 06 de Setembro de 2011 22:33
Acompanhe aqui a volta pra casa após uma longa viagem de um grupo de Jipeiros associados ao Niterói Jeep Clube no Rio de Janeiro, interessados em conhecer o Brasil.
Seriam muitos km para a volta ao lar e então saímos cedo da Chapada, rápidas despedidas e lá fomos nós, a L200 e a Xterra em direção a Campo Verde.
O frio ainda estava intenso mais o tempo aberto tornava a viagem bastante agradável.
Quando programava a GPS para o trecho até Três Lagoas ele não aceitava a rota e ficava com informações desencontradas.
Que ironia, o GPS funcionou perfeitamente em todos os trechos da viagem, pegando até as trilhas que passamos, e agora no regresso dá um "tilt".
Não tem problema, pois a rota já é bem conhecida.
Mais tarde verifiquei que na ultima atualização ficou faltando alguns trechos da BR163 entre Sonora e Coxim o que não deixava a programação ser corretamente finalizada.
Paramos rapidamente em Rondonópolis, Coxim, Campo Grande e Água Clara chegando ao destino dentro da hora prevista, pegando um pequeno trecho da BR 262 à noite.
A pista de modo geral esta em boas condições com exceção do trecho entre Rondonópolis e a divisa com MS em que por vezes somos surpreendidos por alguns buracos, que se não são muito perigosos para nossos carros com certeza para carros de passeio poderiam causar acidentes.
Já no último dia de viagem começamos perdendo uma hora na passagem da UHE de Jupiá no Rio Paraná pela mudança do fuso horário.
Abastecemos já em São Paulo para pegar um preço mais barato e seguimos pela SP 300 até Bauru, onde fizemos uma rápida parada em um posto sem grande apoio e logo que saímos andamos uns dois km e passamos por um Graal que com certeza teríamos melhor condição de apoio.
Passamos por Jaú e Brotas até pegar novamente a SP 310 Washington Luis depois seguindo pela Anhanguera até que em Campinas passamos para a SP 065 D. Pedro.
Estávamos andando bem e dentro do planejamento, com um pequeno atraso pela troca do fuso.
Em Itatiba paramos para abastecer carros e pessoal e seguimos em frente já em direção a Carvalho Pinto e a Dutra.
Fizemos outras duas paradas em Roseira e na Casa do Mamão já em Piraí.
A trânsito deu uma ajuda e com a Linha Vermelha e Ponte tranquilas chegamos a Niterói um pouco antes das 21:00 horas.
Na ponte uma despedida via rádio e a Xterra segue para o Fonseca e a L200 para Icaraí.
Como cartão de visita de Niterói depois de andarmos quase 1100 km em pouco menos de 13 horas de jornada demorei mais de 40 minutos para chegar a Pendotiba onde passei rapidamente pela reunião do Niterói Jeep Clube, encerrando assim com chave de ouro a nossa expedição.
Lá chegando, o pessoal da Hilux já estava presente e passando algumas das milhares de fotos da viagem.
Para a semana o resumão de viagem.
Abçs e um muito obrigado para todos que nos acompanharam nesta maravilhosa viagem por diferentes "Brasis".
Da redação Água Boa News
Agradecemos a todos pela companhia durante essa viagem. Vamos acompanhar uma outra aventura desta vez a aventura será de moto.
A expedição avança pela mata fechada do coração do Brasil. Em apenas quatro dias, Moreno entregou os pontos. Depois de uma longa briga com Felipe, ele decidiu voltar pra casa.
Escrito por Niterói Jeep Clube com redação Água Boa News
Dom, 04 de Setembro de 2011 22:24
Acompanhe aqui o Dia a Dia da viagem de um grupo de Jipeiros associados ao Niterói Jeep Clube no Rio de Janeiro, interessados em conhecer o Brasil.
O pessoal da Hilux acordou cedíssimo e começou o seu retorno para casa já a Bandeirante e a XTerra ficaram para conhecer as belezas da Chapada.
Fomos às instalações do Cindacta de onde já podemos ter uma idéia do visual da Chapada, passamos pelo Vale da Benção, região de pequenos produtores, e seguimos depois pela estrada em direção a Cuiabá até a Salgadeira de onde retornamos curtindo a bela paisagem dos paredões e suas variadas formas.
Chegamos por volta das 10h00 no Parque Nacional da Chapada dos Guimarães e seguimos pela curta trilha a pé até a cachoeira do Véu da Noiva.
Tiramos várias fotos e retornamos para uma visita ao Morro dos Ventos onde em um mirante construído sobre o paredão da chapada podemos ter uma real dimensão do que é estar sobre o vazio.
O vento frio castigava e não deixava o pessoal ficar muito tempo apreciando a paisagem.
Seguimos então para o Mirante do Centro Geodésico onde tiramos fotos e nos despedimos do pessoal da Bandeirante que iria seguir para Barretos a fim de curtir a Festa do Peão.
Despedidas feitas e saem eles em direção a Campo Verde e nós retornando para Chapada onde almoçamos nas belas instalações do Restaurante Penhasco onde para abrir o apetite fizemos uma pequena trilha a pé até a beirada do paredão.
Bem pessoal a viagem esta acabando e os próximos dois dias serão dedicados ao regresso para casa.
Teremos que andar cerca de 1000 km por dia...
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Última atualização em Dom, 04 de Setembro de 2011 22:47
Escrito por Niterói Jeep Clube com redação Água Boa News
Sáb, 03 de Setembro de 2011 19:53
Acompanhe aqui o Dia a Dia da viagem de um grupo de Jipeiros associados ao Niterói Jeep Clube no Rio de Janeiro, interessados em conhecer o Brasil
Desta vez a noite foi atribulada, pois uma forte ventania, prenúncio da frente fria que se aproximava, interrompeu o fornecimento de energia elétrica para a vila ainda pela madrugada não retornando até a hora de nossa saída.
Café da manhã de certa forma improvisado e aproveitamos para fazer uma reunião com o grupo para acertar alguns detalhes de nossa volta para casa. A viagem é longa e conciliar os interesses e necessidades das pessoas exigem certa flexibilidade no planejamento das atividades.
Tudo resolvido e sob um frio intenso saímos da Vila Bom Jardim por um caminho auxiliar que iria nos levar até o lago da represa do Manso. Planilha a postos e lá fomos nós apreciando a paisagem que em certos momentos nos propiciava vôos de tucanos ou ver as emas no campo.
Já na MT 251 passamos mais uma vez sobre o Rio Cuiabázinho, agora utilizando uma ponte de madeira sem guarda corpo e bem longa. Aproveitamos para fotos e filmagens e seguimos agora para a barragem do Manso.
Na ponte sobre o rio de mesmo nome uma profusão de pescadores aproveitava da alta piscosidade do local, tirando piraputangas em profusão, além de pacus e dourados...
Escrito por Niterói Jeep Clube com redação Água Boa News
Sex, 02 de Setembro de 2011 18:07
Acompanhe aqui o Dia a Dia da viagem de um grupo de Jipeiros associados ao Niterói Jeep Clube no Rio de Janeiro, interessados em conhecer o Brasil.
Começamos o dia ao som da arara que vive na pousada e costuma ficar bem perto do local onde é servido o café da manhã que atende as necessidades do pessoal.
Agendamos os passeios visando um melhor aproveitamento do dia e apresentar um custo razoável.
Fechamos então com o Isaias que teríamos um guia acompanhando o grupo e que faríamos quatro atividades e mais o almoço incluído no preço de R$ 70,00 por pessoa.
A primeira atividade seria a flutuação no Rio Triste e lá fomos nós para a estrada percorrer 26 km até a fazenda onde é desenvolvida a atividade.
Lá chegando recebemos todo o material necessário (sandália/colete/mascara com snorkel) e seguimos para o rio.
Ao nos aproximarmos a transparência das águas já nos chama a atenção e ver aquele rio correndo nos enchem de vontade de participar.
Vamos nós totalmente paramentados e com as instruções recebidas do guia entrando lentamente na água que se não era tão quentinha quanto ao do Rio Tapajós lá em Alter do Chão, pelo menos não incitava o pessoal.
Entramos um a um e com variados estilos e dificuldades a parte nós seguimos rio abaixo, levados pela correnteza até um ponto cerca de 1200 m abaixo, uma beleza a atividade que dá vontade de fazer novamente.
O tempo porem é curto e lá vamos nós para mais 40 km de estrada até o balneário da Sebastiana onde saboreamos um excelente almoço a base de pacu frito e arroz com galinha, devidamente acompanhados de salada, feijão e farofa.
Uma beleza. Descansamos nas redes e cadeiras a beira do rio até a hora de conhecermos as cavernas.
Embarcamos nos carros para um curto trajeto até o local onde se localizam as cavernas que destoam das demais atividades turísticas da área...
Escrito por Niterói Jeep Clube com redação Água Boa News
Qui, 01 de Setembro de 2011 18:51
Acompanhe aqui o Dia a Dia da viagem de um grupo de Jipeiros associados ao Niterói Jeep Clube no Rio de Janeiro, interessados em conhecer o Brasil.
A previsão para o dia era de tranquilidade e assim tudo aconteceu.
Noite bem dormida nas ótimas instalações do Sedma Palace Hotel, farto café da manhã colocada a cidade como ótima opção para pernoites.
Gelo comprado e partimos por estrada asfaltada passando por Matupá, Peixoto de Azevedo e outras menores.
Cidades com bom movimento de comércio e com bastante gente circulando.
A BR 163 esta com boas condições de tráfego e alguns trechos em obras com os já tradicionais desvios pela terra.
Nas proximidades de Itaúba uma rápida para em umas barraquinhas na beira da estrada que vendiam artesanato e óleo de copaíba.
Cruzamos o Rio Teles Pires que em seu segmento vem a fazer a divisa com o Estado do Pará.
Continuamos até completar 230 km na chegada a SINOP onde fizemos uma parada para reabastecimento e lanchar.
Já passava das 10:35 horas quando pegamos novamente a estrada e seguimos em direção a Nova Mutum e a paisagem se modifica com a agroindústria de grãos ocupando praticamente todos os espaços deixando o gado em um segundo plano...
Escrito por Niterói Jeep Clube com redação Água Boa News
Qua, 31 de Agosto de 2011 18:37
Acompanhe aqui o Dia a Dia da viagem de um grupo de Jipeiros associados ao Niterói Jeep Clube no Rio de Janeiro, interessados em conhecer o Brasil.
Cachoeiras do Curuá
Continuamos descendo a BR163 mo sentido Sul. Depois do café da manhã no Garcia Palace Hotel em Novo Progresso compramos gelo ainda na cidade e logo voltamos a BR neste ponto ainda asfaltada para seguir para Guarantã do Norte.
A estrada esta em boas condições com obras praticamente em toda a extensão percorrida até agora.
Poucos trechos não forem mexidos e neles observamos que a média de velocidade devia ser bem baixa.
Neste primeiro trecho o asfalto segue por quase 120 km com uma pequena interrupção uns 20 km depois da cidade.
Passamos por Nova Alvorada e depois chegamos a Castelo dos Sonhos onde paramos para um pipi stop, lanche rápido e se possível abastecer a Bandeirante.
Quase tudo resolvido nós seguimos em diante sem o abastecimento que não foi realizado devido à falta de energia.
Mais adiante, com cerca de 190 km rodados paramos em Cachoeira de Serra para finalmente abastecer a Bandeirante e ficar livre para seguir até o destino.
No posto tivemos a informação da existência de uma cachoeira quase a beira da estrada, localizada uns 20 km a frente.
Resolvemos conferir e chegamos a Cachoeira do Curuá, um local com alguma infraestrutura para o lazer com piscinas naturais e algumas quedas d'água.
Aproveitamos a oportunidade para usar todo o material que havíamos levado para o caso de uma emergência que felizmente não aconteceu.
Fogões armados, enlatados e miojo disponíveis com uma improvisação total são servidos o almoço expedicionário.
Escrito por Niterói Jeep Clube com redação Água Boa News
Ter, 30 de Agosto de 2011 18:36
Acompanhe aqui o Dia a Dia da viagem de um grupo de Jipeiros associados ao Niterói Jeep Clube no Rio de Janeiro, interessados em conhecer o Brasil.
Hoje continuamos a conhecer a BR 163. Acordamos cedo no Hotel Apiacás em Itaituba, ótimas instalações, piscina, restaurante e um café da manhã de boa qualidade.
Antes, só para posicionar o pessoal é necessário esclarecer que devido à visita a Fordlândia ontem não tivemos tempo de ir ao PN da Amazônia.
O Luiz, Chapéu e Rui queriam conhecê-lo e a decisão foi de eles iriam sair muito cedo e ir até o parque, com os demais participantes da expedição saindo em horário normal e prosseguindo sem acelerar o deslocamento, de modo que os dois grupos se encontrassem no caminho para Novo Progresso.
Foi o que aconteceu.
Saímos por volta das sete da manhã para abastecer e pegar a balsa para a travessia do belíssimo Rio Tapajós.
Depois de algumas fotos no cais à beira rio embarcamos na balsa ainda antes das oito fazendo a travessia com tranquilidade.
O primeiro trecho até Campo Verde seria o que fizemos ontem ao final do dia e os 20 km de asfalto e os 12 km de terra foram superados sem dificuldade.
Difícil foi arranjar gelo em Campo Verde, pois depois de passar em três lugares diferentes nos indicaram um senhor que morava próximo a farmácia.
Lá chegando achamos que estava fechado mais com dois carros nada discretos na porta não tem quem não venha ver o que esta acontecendo.
Bom dia pra lá e pra cá a pergunta: Tem gelo? Tem sim. É em saco? Não, é no balde.
Bem ó para encurtar a história o gelo é feito em uma lata de 20 litros e depois desenformado e quebrado a golpes de talhadeira.
Compramos um pedaço e seguimos viagem já pela BR 163.
O primeiro trecho de 20 km estava asfaltado e depois muitos quilômetros de obras com desvios e pontes ainda de madeira...