A cada ano a ONU - Organização das Nações Unidas – através da Unesco, elege uma linha de ação que resulta num tema sócio ambiental, adotado mundialmente. Assim o tema de 2013, “Ano Internacional de Cooperação da Água”. Nesse contexto, o Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) e parceiros realizam de 05 a 07 de junho, na sede do Ministério Público Estadual a IX Edição da Semana Estadual do Meio Ambiente.
“De gota em gota podemos salvar o planeta”, é o lema principal do evento que comemora no dia 05 de junho, o Dia Mundial do Meio Ambiente e da Ecologia.
Acompanhando as temáticas nacionais e internacionais, estarão sendo discutidos em palestras, mesas redonda, painéis, exposições e demais atividades, questões como a Ética e a Água; Saneamento e Distribuição de água em Cuiabá; Logística Reversa de embalagens e agrotóxicos; Água e Educação Ambiental; a Qualidade da Água das Bacias de Mato Grosso, entre outros.
A superintendente de Educação Ambiental da Sema, Vânia Márcia Montalvão Guedes Cesár, lembrou que Mato Grosso, por abrigar uma extensa rede hidrográfica, que abrange parte das maiores bacias hidrográficas do Brasil - Amazônica, Platina e Tocantins Araguaia - , não poderia se esquivar da responsabilidade que lhe é posta pela sociedade global e local em relação a questão ambiental da atualidade.>>>
Add a comment
Escrito por assessoria em colaboração com Água Boa News
Dom, 05 de Maio de 2013 08:22
O Ministério do Meio Ambiente (MMA) lançou chamada pública para apoiar a elaboração de Planos de Gestão Territorial Ambiental (PGTAs) em terras indígenas da Amazônia Legal. O valor total é de R$ 4 milhões e o valor máximo a ser solicitado é de R$ 400 mil para cada projeto, que deve seu prazo máximo de execução estabelecido em 12 meses. Os interessados podem enviar as propostas até 14 de junho e o resultado está previsto para ser divulgado em 28 de junho.
Os PGTAs surgem como importantes ferramentas de implementação da Política Nacional de Gestão Ambiental e Territorial em Terras Indígenas (PNGATI), lançada pela presidenta Dilma em maio de 2012. São instrumentos de planejamento que visam a valorização do patrimônio material e imaterial indígena, recuperação, conservação e uso sustentável dos recursos naturais, assegurando a melhoria da qualidade de vida e as condições plenas de reprodução física e cultural dos povos indígenas.>>>
Add a comment
Escrito por assessoria em colaboração com Água Boa News
Ter, 30 de Abril de 2013 11:46
Foram realizados entre os dias 26 a 29 de março no Parque Indígena do Xingu – Mato Grosso - treinamentos de Combate a Incêndios florestais para nove tribos indígenas da Reserva
A Brigada de Incêndio da Aliança da Terra e o Serviço Florestal dos Estados Unidos (USFS) ministraram as aulas para as tribos: Kamayurá, Kuikuro, Uaurás, Aldeia Velha, Awetí, Yawalapiti, Nafukuá, Kalapálo e Matipú. A iniciativa também contou com o apoio da Superintendência de Assuntos Indígenas do Estado de Mato Grosso. No total, 41 indígenas foram treinados e equipados para combater incêndios florestais na região. Abafadores, enxadas, enxadões, foices, facões e coturnos foram alguns dos equipamentos distribuídos para os novos Brigadistas.
Outro treinamento realizado foi em São Miguel do Araguaia-GO, entre os dias 01 a 04 de abril, onde participaram 43 pessoas, entre funcionários de fazendas, membros do Sindicato dos Trabalhadores Rurais do município, acadêmicos do curso de Gestão Ambiental e Técnico de Segurança do Trabalho, entre outros.
Não deixe sua fazenda queimar! Treine seus funcionários com a Brigada de Incêndio da Aliança da Terra! Entre em contato pelo telefone (62) 3945-6300 e solicite um orçamento.
Ver em LEIA MAIS fotos do Treinamento para combate a incêndios florestais a tribos indígena do Xingu (MT)>>>
Em MT, volta a chover pouco ainda esta semana, mas em GO não há previsões
Chuvas começam a chegar em parte do país esta semana (Foto: Shutterstock)
Os produtores de Mato Grosso e Goiás começam a se preocupar com o clima seco e a falta de chuvas por conta do desenvolvimento da safrinha. Segundo Celso de Oliveira, da Somar Meteorologia, enquanto no restante do país a situação é favorável para as culturas que estão em colheita, para a safra de inverno, que é mais arriscada, a falta de chuvas completou 12 dias ontem (23/4) nos estados do centro-oeste. "Ainda não é uma situação crítica, mas o produtor já começa a ficar preocupado porque, se persistir, como tende a ser em Goiás, fica arriscado", explica Oliveira.
Não há previsões de chuvas para o Estado até, pelo menos, o dia 3 de maio. Já em Mato Grosso, deve chover pouco ainda esta semana, dando trégua no sábado e domingo, e retomando as chuvas a partir da segunda-feira (29/4).
A partir do domingo, deve voltar a chover também no Rio Grande do Sul, após quase 15 dias sem chuvas. A frente fria que se desloca pelo Estado deve estacionar no centro-sul do país. "Aí teremos um período de chuvas prolongadas no sul e partes do sudeste e centro-oeste. Mas as chuvas serão mais intensas entre o Rio Grande do Sul e Santa Cartarina. Já no Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul, tendência de chuvas mais leves", afirma.
Com o andamento da colheita de cana-de-açúcar no centro-sul do país, é possível que as chuvas interrompam parte dos trabalhos das usinas no Paraná e Mato Grosso do Sul.
Escrito por assessoria em colaboração com Água Boa News
Seg, 15 de Abril de 2013 17:15
Durante reunião da comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor, Fiscalização e Controle (CMA), para tratar da situação dos abatedouros brasileiros, a atuação empresarial do senador Blairo Maggi foi lembrada pelo diretor da ONG Amigos da Terra - Amazônia Brasileira.
Objetivo é acabar com a pesca predatória e incentivar a pesca esportiva.
Principal ponto diz que o peixe deve ser consumido no local da pescaria.
O governo de Goiás sancionou uma lei que estabelece a cota zero para o transporte de peixes. A medida está em fase de regulamentação e durante três anos vai ajudar a preservar as mais diferentes espécies nos rios do estado. O objetivo é acabar com a pesca predatória e incentivar a pesca esportiva.
Com mais de 2 mil km da nascente à foz, o Rio Araguaia já foi considerado um dos melhores lugares do mundo para pescar, mas, segundo alguns pescadores, há algum tempo a situação tem se modificado. A nova legislação deve mudar a vida de pescadores e turistas da região. Se antes era permitido o transporte de até 5 kg de peixe por pescador, agora com a nova lei, apelidada de cota zero, está proibido levar qualquer quantidade de pescado para casa.
A medida divide opiniões entre os pescadores. O principal ponto é o item que diz que o peixe deve ser consumido no local da pescaria.
“A maioria dos pescadores vem para pescar o peixe e levá-lo para sua casa. Eu mesmo venho e quero comê-lo em casa e não no rio”, reclama o pescador Waldemiro Silvestre.
A Secretaria de Meio Ambiente do estado esclarece que o pescador artesanal não está sujeito à nova lei. “Ele vai continuar executando a atividade da mesma forma que hoje ele exerce, ou seja, a pesca é de subsistência, porém, o excesso de pescado poderá ser comercializado regionalmente”, esclarece o superintendente de fiscalização da Semarh, Luciano Moura.
Durante os próximos três anos, a medida vai ser alvo de estudo e, dependendo do resultado, pode ser prorrogada. “Se você não tiver ações que visem proteger, a tendência é diminuir e ficar em um estado pior do que o que já está”, diz o analista ambiental Kennedy Borges.
A estrutura, na aldeia yudjá Tuba Tuba, contribuirá para a organização do trabalho dos indígenas e para a qualidade das sementes entregues à Rede de Sementes do Xingu
Casa de sementes na aldeia Tuba Tuba, no Parque Indígena do Xingu
O trabalho de coleta de sementes ganhou mais uma aliada no Parque Indígena do Xingu (PIX), em Mato Grosso (MT): uma casa própria. Construída na aldeia Tuba Tuba, do povo Yudjá (Juruna), a estrutura dará mais autonomia aos coletores indígenas do Baixo Xingu e contribuirá para a qualidade das sementes ofertadas pelos xinguanos à Rede de Sementes do Xingu.
É a primeira casa de sementes do PIX e além das sementes coletadas na aldeia Tuba Tuba, o local também receberá as coletas de outras duas aldeias yudjá: Paksamba e Pequizal.
“Essa casa foi uma demanda deles para melhorar a organização do trabalho. Será um entreposto onde os Yudjá poderão guardar corretamente as sementes antes levá-las até a casa de São José do Xingu”, explica José Nicola Costa, biólogo e responsável pela Rede de Sementes do Xingu.
O trabalho será coordenado pela Associação Yarikayu, mentora da proposta de melhorar a infraestrutura de armazenamento das sementes florestais no Parque. A associação será responsável por recebê-las e armazená-las até juntar a quantidade ideal para transportá-las para as casas de sementes localizadas fora do PIX, garantindo a qualidade e a identidade das sementes comercializadas pela Rede.>>>
Escrito por assessoria em colaboração com Água Boa News
Sex, 05 de Abril de 2013 09:54
Foto: José Medeiros
Promover os complexos turísticos da região sudoeste de Mato Grosso, alcançando inclusive mercados internacionais. Com este objetivo será realizado neste sábado (06.04), na cidade de Curvelândia (a 311 Km de Cuiabá) reunião de trabalho em prol do desenvolvimento turístico local.
O evento é uma parceria do senador Pedro Taques (PDT), Secretaria de Estado de Desenvolvimento do Turismo, prefeitura e Câmara Municipal de Curvelândia, Consórcio do Complexo Nascente do Pantanal e Comitê Gestor Destino Indutor de Cáceres. Já confirmaram presença, também, técnicos do Ministério do Turismo e do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur).
A programação começa às 9h com uma visita à caverna do Jabuti, a maior de Mato Grosso. Às 14h será realizada, na Câmara Municipal de Curvelândia, reunião de trabalho onde serão apresentados planejamento, prioridades e possibilidades de parceria que promovam o potencial turístico da região, em especial os municípios inclusos na “Rota das Águas”: Cáceres, Curvelândia, Rio Branco, Salto do Céu, Lambari D`Oeste, São José dos Quatro Marcos, Mirassol D’Oeste, Rio Branco e Reserva do Cabaça.>>>
Exames de urina e sangue foram feitos nos docentes e os resultados apresentaram contaminação por defensivos agrícolas
Especialistas sugerem o fim da pulverização de defensivos por meio de aviões
Estudo sobre o uso de agrotóxicos no Estado realizado em conjunto pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e Fundação Osvaldo Cruz (FIOCRUZ), com professores e alunos de quatro escolas do município de Lucas do Rio Verde (354 quilômetros de Cuiabá), apontou a presença de defensivos em 88% das amostras de sangue e urina dos docentes.
Conforme o levantamento, os níveis de resíduos nos professores que moravam e atuavam na zona rural foi o dobro do verificado naqueles situados na zona urbana.
O estudo, realizado entre os anos de 2007 e 2010, com base no sistema de registro do Instituto de Investigação, Desenvolvimento e Estudos Avançados (Indea), pontua que Mato Grosso consumiu, somente no último ano de pesquisa, 110 milhões de litros de agrotóxicos – o que o torna campeão no uso de defensivos, entre todas as unidades da federação do país.
“A maior parte dos agrotóxicos é usado na produção de soja e Mato Grosso é o maior produtor de soja do Brasil”, observou o pesquisador Wanderlei Pignati, um dos coordenadores do estudo. >>>
Neste sábado (23.03), um grupo chamado “Jovens Solidários”, promoveu uma ação no lixão de Várzea Grande, beneficiando diversas famílias que residem no local, foram doados mais de 1.500 peças de roupas, 130 pares de calçados, brinquedos e doces, no lixão de Várzea Grande.
O grupo Jovens Solidários, surgiu em 2012, com o intuito de promover a solidariedade junto às comunidades carentes da grande Cuiabá. É composto por profissionais de diversas áreas, como advogados, nutricionistas, psicólogos, fisioterapeutas, enfermeiros, professores e engenheiro, que contribuem com sua experiência profissional para levar momentos de lazer, distração e carinho a pessoas desamparadas, muitas vezes abandonadas pelos seus familiares. >>>
Add a comment
O senador Blairo Maggi segue atuando de forma crítica contra o Governo. Nesta quarta-feira, 20, durante audiência pública da Comissão de Infraestrutura (CI), para tratar de problemas estruturais existentes em rodovias brasileiras, ele foi enfático: “Cuidem de Mato Grosso, a metade dos buracos do Brasil está nas nossas rodovias” - disse, ao se dirigir ao diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Jorge Ernesto Pinto Fraxe. Em Mato Grosso, as rodovias 364, 163, 158, 242 e 174 aguardam providências do órgão.
Maggi comentou que, com o período das chuvas, escoar a produção ficou ainda mais difícil. “Uma realidade que dificulta o desenvolvimento local, uma vez que o agronegócio brasileiro é a principal atividade da região Centro-Oeste" - observou.
O senador republicano foi mais longe: alertou para a forma como é feita a fiscalização do TCU. “Na hora de fiscalizar, o TCU deveria levar em consideração a qualidade da obra e, além disso, o valor global contratado. O órgão se ocupa de fiscalizar cada detalhe e a obra acaba atrasada pela forma burocrática como é feita a inspeção”, criticou Maggi.>>>
Add a comment
Por que a cooperativa de Franca, no interior paulista, está organizando os produtores de leite para que eles entrem no mercado de carbono
Primeira etapa concluída: Franchi já fez o diagnóstico de gestão e o georreferenciamento
Todos os dias, o professor de educação física Paulo Franchi ordenha 30 vacas, em seu sítio Santa Clara, em Patrocínio Paulista, no interior de São Paulo. A produção de 300 litros de leite é entregue à Cooperativa Nacional Agro Industrial (Coonai), de Franca, município da região. O sítio de Franchi, da quarta geração de uma família de produtores de leite e café é pequeno, com apenas 30 hectares, mas tem uma importância gigantesca para o País. No Brasil, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 77% das propriedades rurais são negócios familiares que garantem mais de 60% dos alimentos consumidos. Daí a escolha de Franchi e de mais 117 pequenos e médios produtores da região de Franca e Ribeirão Preto, ligados à Coonai, que fazem parte do primeiro projeto de crédito de carbono do País, baseado na recuperação de áreas de matas ciliares em cursos d’água. Em português claro: mata de beira de rio.>>>
Bruno Mariani no viveiro de mudas em Trancoso (BA)
Uma nova despesa vai entrar no orçamento do produtor rural, a do reflorestamento das Áreas de Proteção Permanentes (APP) e de Reserva Legal (RL). O Ministério do Meio Ambiente estima que 35 milhões de hectares no país tenham de ser restaurados – replantados ou induzidos à recuperação – para que as fazendas atendam às normas do novo Código Florestal, e o preço dessa conta pode chegar a R$ 350 bilhões, calculados a partir do custo médio do reflorestamento com mudas (R$ 10 mil por hectare). É dinheiro que não acaba mais para um mercado novo, que já nasce com muitos gargalos: não há tantas sementes disponíveis, a mão de obra (os mateiros, homens que coletam sementes) é rara e há poucos viveiros de mudas nativas regularizados no país. Ou seja: investir nessa área pode ser um bom negócio. Para o produtor, um alento: com exceção das APPs, onde a exploração é proibida, reflorestar as Reservas Legais pode ser uma maneira inteligente de diversificar a propriedade e obter lucros com o comércio de madeiras nobres certificadas, a extração de óleos, a venda de sementes e até o recebimento por prestação de serviços ambientais. A fortuna que se esconde na mata já desperta o interesse de pequenos produtores de mudas e de grandes investidores, que estão plantando verdadeiras florestas pelo Brasil afora. >>>
Escrito por assessoria em colaboração com Água Boa News
Qui, 14 de Março de 2013 19:16
Ação integra projeto de proteção ambiental realizado pela Sedraf, em parceria com Ibama, Ministério da Pesca e da colônia de pescadores Z-19
A tartaruga-da-amazônia (podocnemis expansa) está ameaçada de extinção. A captura, posse, transporte e comércio são proibidos por lei federal. E com o propósito de impedir o fim dessa espécie, o Governo do Estado, através da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar (Sedraf), promove amanhã (sexta-feira/15) a soltura de 10 mil filhotes de tartaruga-da-amazônia, no rio Tapirapé, em Porto Alegre do Norte (a 1.159 km de Cuiabá). O evento faz parte de um projeto de proteção ambiental realizado entre Estado, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Ministério da Pesca e colônia de pescadores Z-19. >>>
O repórter Ney Weliton conhecido como o Falcão do Cerrado desvenda mais um ponto turístico de MT pouco conhecido para os habitantes do Vale do Araguaia. Nesta reportagem ele mostra a Cachoeira da Martinha um lugar bonito na divisa dos municípios de Campo Verde com Chapada dos Guimarães.
Escrito por assessoria em colaboração com Água Boa News
Seg, 04 de Março de 2013 21:08
Pescado irregular apreendido durante a piracema - Foto: SEMA/MT
O período de defeso da Piracema 2012/2013 terminou na quinta-feira (28). Iniciado em novembro do ano passado, durante o período, foram abordadas e orientadas 3.009 pessoas, além de 924 veículos e 287 embarcações, em operações realizadas pela Superintendência de Fiscalização (SUF), da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema).
Até quarta-feira (27), 6.273,6 quilos e mais 339 peças de pescado irregular foram apreendidos e ainda 3.114 apetrechos utilizados na pesca depredatória. Nos quatro meses que durou o período proibitivo, 13 pessoas foram detidas em flagrante e aplicadas multas no valor de R$ 247.920,00. O balanço parcial do período de defeso foi divulgado pela Coordenadoria de Fiscalização da Superintendência de Fiscalização da Sema, nesta quarta.
O secretário de Estado do Meio Ambiente, José Lacerda, lembrou que "a Baixada Cuiabana continua sendo uma região de grande pressão de pesca, mas a presença da fiscalização nos rios, a realização de operações no comércio e as denúncias feitas pela população continuam sendo fundamentais no combate à pesca depredatória”, por isso serão intensificadas as campanhas de educação ambiental contra as práticas ilegais.>>>
Add a comment
Às vésperas de se encerrar o período da Piracema em Mato Grosso, os deputados aprovaram substitutivo integral que altera a Lei 9.794/2012 de autoria de Zeca Viana que regulamentou a pesca no Estado. A lei foi aprovada em julho, mas está suspensa por determinação do governo em resposta à reivindicações de pescadores profissionais que alegaram que a atividade ficaria inviável com as novas regras.
O substitutivo, também de autoria de Zeca Viana, reitera a proibição à pesca com anzol de galho; aumentam de 100 para 125 os quilos a serem pescados por profissionais; mantém a proibição da pesca da piraíba (Brachyplathystoma filamentosum) e do dourado (Salminus maxillosus); libera o transporte de 5 quilos ou um exemplar pelo pescador amador; mantém preparar o peixe para consumo próprio, na beira do rio; proibe a pesca de espécies nativas para fins ornamentais (aquários) e iscas durante o período de defeso (piracema) e proibe a contratação de ONG para a fiscalização que deve ser exercida pelo organismo públicos através da sema (Secretaria Estadual de Meio Ambiente e demais órgãos competentes. “A Lei foi flexibilizada para atender, principalmente o pescador amador”, avaliou Zeca Viana.>>>
O Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTEC/Inpe) aponta que o feriado de carnaval deve ser de muita chuva em Mato Grosso. As temperaturas que entraram em declínio nesta sexta-feira (8) só devem voltar a subir no domingo (10), e o tempo nublado só deve dar lugar ao sol na segunda-feira (11). De acordo com o meteorologista Olívio Bahia, do Inpe, a partir de segunda-feira a chuva deve ter características típicas de verão e as pancadas devem se concentrar mais entre a tarde e a noite.
Uma Zona de Convergência de Umidade que atua em Mato Grosso deve começar a enfraquecer no domingo. “O canal de umidade cobre desde o Sul da Amazônia até o Sudeste do Brasil, provocando muita chuva em Mato Grosso. Em relação às temperaturas, quando o tempo está nublado e não chove, a tendência é que o clima fique abafado, mas quando o tempo está nublado e chove, a tendência é que a temperatura caia e o dia fique mais fresco”, explicou o meteorologista
Neste sábado em Mato Grosso o dia deve ser de céu nublado com fortes pancadas de chuva. Em Comodoro a temperatura deve ser amena, entre 21°C e 27°C. Em Nova Xavantina deve fazer até 31°C. Já em Cuiabá e Dom Aquino, os termômetros variam entre 23°C e 32°C.
Escrito por Ministério do Meio Ambiente via Jornal da Ciência indicação de Marco Malburg
Qui, 31 de Janeiro de 2013 19:35
Os governos estaduais e municipais deverão providenciar a substituição dos lixões por aterros sanitários até 2014
O Brasil joga no lixo, a cada ano, cerca de R$ 10 bilhões por falta de reciclagem e destinação adequada de resíduos sólidos, e de uma política de logística reversa que gerencie o retorno de embalagens e outros materiais descartados de volta à indústria. É esta realidade que o Ministério do Meio Ambiente (MMA) pretende transformar com a implantação, em todo o país, da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), tema de oficina realizada no início da tarde desta quinta-feira (30), último dia do II Encontro Nacional de Prefeitos e Prefeitas, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília.
Dentro da PNRS, a meta do governo federal é eliminar os lixões de todos os municípios brasileiros até o final de 2014, explicou o secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano (SRHU) do MMA, Pedro Wilson Guimarães. Os governos estaduais e municipais deverão providenciar a substituição dos lixões por aterros sanitários, pois, a partir de 2014, a liberação de recursos da União estará condicionada à existência de planos estaduais e municipais de gestão de resíduos sólidos e de saneamento básico. De acordo com anúncio feito pela presidenta Dilma Rousseff, na segunda-feira, durante a abertura do encontro, os prefeitos terão, em 2013, R$ 35.5 bilhões para investir em obras de saneamento, pavimentação e mobilidade urbana selecionadas no final de 2012.>>>
Add a comment