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Reprodução/ Facebook
Suicídio. A Polícia ainda não sabe oficialmente se a advogada e funcionária da Justiça Federal de Mato Grosso, Ludmila Nardez Rodrigues, 32 anos, encontrada morta nesta sexta-feira (13), foi assassinada; se suicidou ou se foi vítima de um acidente de trânsito. Há fortes indícios de um acidente provocado pela própria vítima que teria saído de casa para se suicidar. A advogada, segundo um amigo ligado à família já teria histórico de suicídio.
O delegado João Bosco de Barros, que responde interinamente pela Delegacia Municipal de Chapada dos Guimarães, conversou por telefone agora a pouco com a reportagem do Portal de Notícias <b>24 Horas News</b>quando comentou sobre a principal suspeita sobre o motivo da morte da advogada.
“Em princípio seria um acidente de trânsito, mas que pode ter sido provocado por ele (Ludmila Nadez). Ela teria saído, possivelmente para se suicidar no Portão do Inferno, mas teria passado do local em alta velocidade e jogado o corro na curva da Mata Fria. A perícia que está sendo feita poderá esclarecer outras coisas e outros detalhes”, comentou o delegado Bosco...
Mesmo com todas as evidências e fortes indícios de um suicídio, a Polícia afirma que só falará oficialmente sobre os motivos do crime após a conclusão dos laudos periciais. “Há fortes indícios de suicídio, mas nós vamos aguardar os laudos”, concluiu o delegado João Bosco.
Filha de família de classe média alta, Ludmila já teria tentado suicídios outras vezes. Na noite desta quinta-feira ela teria sofrido um novo surto e saiu de casa às pressas, inclusive apenas de camisola, do jeito que foi encontrada morta dentro do carro no fundo de um abismo.
O carro dela um Pegeout 207, placas NJH 2528, foi encontrado no fundo de uma ribanceira, em Chapada dos Guimarães (Baixada Cuiabana, a 65 quilômetros de Cuiabá). O corpo, segundo a Polícia, estava jogado a uma curva, também conhecida como "Mata Fria". Além de advogada, Ludmila era funcionária pública federal.
A advogada desapareceu na noite desta quinta-feira (12), segundo confirmaram investigadores do Setor de Desaparecidos da Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP).
O desaparecimento da advogada já havia sido notificado à Polícia Civil. Nesta sexta-feira, parentes e amigos iniciaram uma campanha pelo Facebook, em busca de informações sobre a Ludmila Nardez.
(Matéria atualizada às 19h05).
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