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04/12/15 às 23:34

SEM ACORDO: Após reunião, greve é mantida no Detran de MT

Marcelo Ferraz

Diário de Cuiabá

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SEM ACORDO:  Após reunião, greve é mantida no Detran de MT

Foto: Radar Nacional

Membros do Sindicato dos Servidores do Detran de Mato Grosso (Sinetran-MT) foram recebidos hoje pelo secretário-chefe da Casa Civil, Paulo Taques, para discutir a possibilidade de interromper a greve no órgão. Durante a reunião, que durou mais de duas horas, o sindicato apresentou quatro itens prioritários de reivindicação. 

Conforme o sindicato, ao menos 245 concursados teriam que ser chamados até abril do ano que vem. A presidente do sindicato, Daiane Renner, informou que após a Assembleia Legislativa de Mato Grosso intermediar a questão, o Governo do Estado resolveu atender os sindicatos, porém, não informou se o Governo acatou algum item proposto. “Esta foi apenas a primeira reunião, nem sequer começamos a negociar os itens de reivindicação. Agora estamos esperando a Assembleia Legislativa oficializar um documento nos mostrando a agenda de encaminhamentos para apresentarmos junto ao governo nossa proposta. Caso eles nos apresentem uma posição oficial sobre essas futuras negociações, vamos nos reunir com a categoria para avaliar a situação. Porém, neste momento nada mudou e a paralisação continua”, frisou. 

Contudo, o secretário Paulo Taques foi enfático em dizer que o governo não negociará nenhuma pauta enquanto o sindicato continuar a greve. “Não houve nenhuma alteração na posição do governo. Nós só vamos retomar as negociações quando a greve for encerrada. Independentemente da greve, o governador Pedro Taques já nomeou 30 concursados. Aqui no estado estamos avaliando as reivindicações de seis categorias, mas nenhuma está em greve como a categoria dos servidores do Detran”, declarou o secretário. 

Paulo Taques ressaltou ainda que o governo já tomou as medidas cabíveis para fazer valer a determinação judicial contra o sindicato. “O Poder Judiciário aplicou uma multa de 200 mil ao sindicato, o que já está beirando a casa dos cinco ou seis milhões de reais. O governo bloqueou os repasses das contribuições para o sindicato e também a justiça bloqueou as contas do sindicato até o montante de R$ 1 milhão. Além disso, efetivamente cortamos o ponto dos servidores que continuaram com a greve”, declarou.
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