Notícias / Meio Ambiente

18/07/20 às 13:12

Gaúcha do Norte - Mais de 150 hectares de palha de milho são destruídos durante incêndio em fazendas

Incêndio começou após um maquinário de uma das propriedades pegar fogo e se espalhar para os terrenos onde a colheita de milho já havia sido feita.

G1 Rede Globo

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Gaúcha do Norte - Mais de 150 hectares de palha de milho são destruídos durante incêndio em fazendas

Foto: Paranatinga News

Mais de 150 hectares de palha de milho foram destruídos durante um incêndio ocorrido em duas fazendas de Gaúcha do Norte (MT), nessa quinta-feira (16). O incêndio começou após um maquinário de uma das propriedades pegar fogo e se espalhar para os terrenos onde a colheita de milho já havia sido feita.
 
O fogo começou na fazenda São João e se espalhou para a vizinha, Botuvera.
 
O proprietário da fazenda Botuvera, Adelino Bissoni, contou que ninguém estava no local quando ocorreu o incidente. No entanto, um grupo de funcionários foi para a propriedade e controlaram as chamas.
 
“É muito difícil controlar o fogo na lavoura nesse tempo seco e com o calor que está, mas ninguém se machucou”, disse.
 
Fogo começou em maquinários em fazenda de MT — Foto: Divulgação
Fogo começou em maquinários em fazenda de MT — Foto: Divulgação
 
Segundo ele, uma plataforma da colheitadeira que estava na lavoura pegou fogo e se espalhou para um trator, que também foi destruído. Ainda não se sabe o que ocorreu com o maquinário.
 
Adelino disse que, como a cidade não tem muita estrutura e o Corpo de Bombeiro não consegue chegar rápido, eles fizeram um treinamento com os funcionários da fazenda e montaram uma equipe de brigadistas para combater casos como esse.
 
“É comum incêndios nessa época, já que as pessoas podem passar e jogar alguma bituca de cigarro e o fogo se espalha. Por isso, o objetivo do treinamento, para tentar conter o fogo o mais rápido possível e não trazer muito prejuízo”, explicou.
 
Além disso, o período de estiagem é um dos problemas enfrentados pelos fazendeiros nesta época.
 
Eles afirmam que o tempo seco e quente contribui para o agravamento e o início de queimadas que estão aumentando a cada ano.
 
Segundo o monitoramento realizado pelo INPE, entre 1° de janeiro e 28 de maio, Mato Grosso registrou um aumento de 11,83% dos focos de calor se comparado ao mesmo período do ano passado.
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