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02/03/20 às 14:44

Mulher que sumiu no aeroporto de Goiânia vinda da Colômbia não tinha 'desafetos' e sempre 'contou tudo' para a família, diz irmã

Câmeras de segurança mostram Lílian de Oliveira pela última vez entrando em uma picape após desembarque. Família conseguiu informações sobre horários dos voos, mas não tem pistas sobre o paradeiro dela.

Por Sílvio Túlio e Renata Costa, G1 GO e TV Anhanguera

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Mulher que sumiu no aeroporto de Goiânia vinda da Colômbia não tinha 'desafetos' e sempre 'contou tudo' para a família, diz irmã

Lilian de Oliveira desembarcou no Aeroporto de Goiânia e desapareceu

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

A família de Lílian de Oliveira, de 40 anos, que sumiu após desembarcar no Aeroporto Santa Genoveva, em Goiânia, vinda da Colômbia, veio à capital goiana em busca de novas informações sobre o paradeiro dela. Irmã dela, Liliane de Oliveira, afirmou que ela não tinha inimizades ou desavenças que justifiquem seu desaparecimento. Contou também que sua irmã sempre compartilhou sua rotina com os parentes.
 
"Aparentemente, não tem nada que justifique o desaparecimento dela. A Lílian sempre falou e deu detalhes da vida dela, sempre contou tudo, sempre nos deixou a par de tudo. Sempre muito alegre e positiva. Não tinha nada que mostrasse que ela tinha algum desafeto", afirmou.
 
Na manhã desta segunda-feira (2), Liliane e a outra irmã, Leidiane de Oliveira, que moram em Caldas Novas, no sul de Goiás, foram até ao Grupo Antissequestro da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (GAS)/Deic, em Goiânia, para onde a investigação foi transferida. Somente a segunda foi ouvida.
 
"A princípio, não sabemos nada. Não faço a mínima ideia do que aconteceu. Só repassei as informações que nós já tínhamos e a polícia disse que vai seguir com a investigação", disse Leidiane ao G1.
 
A família disse que chegou a receber uma informação de que Lílian estaria em uma clínica psiquiátrica, mas descobriu que não tratava da mesma pessoa.
 
A família de Lílian de Oliveira, de 40 anos, que sumiu após desembarcar no Aeroporto Santa Genoveva, em Goiânia, vinda da Colômbia, veio à capital goiana em busca de novas informações sobre o paradeiro dela. Irmã dela, Liliane de Oliveira, afirmou que ela não tinha inimizades ou desavenças que justifiquem seu desaparecimento. Contou também que sua irmã sempre compartilhou sua rotina com os parentes.
 
"Aparentemente, não tem nada que justifique o desaparecimento dela. A Lílian sempre falou e deu detalhes da vida dela, sempre contou tudo, sempre nos deixou a par de tudo. Sempre muito alegre e positiva. Não tinha nada que mostrasse que ela tinha algum desafeto", afirmou.
 
Na manhã desta segunda-feira (2), Liliane e a outra irmã, Leidiane de Oliveira, que moram em Caldas Novas, no sul de Goiás, foram até ao Grupo Antissequestro da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (GAS)/Deic, em Goiânia, para onde a investigação foi transferida. Somente a segunda foi ouvida.
 
"A princípio, não sabemos nada. Não faço a mínima ideia do que aconteceu. Só repassei as informações que nós já tínhamos e a polícia disse que vai seguir com a investigação", disse Leidiane ao G1.
 
A família disse que chegou a receber uma informação de que Lílian estaria em uma clínica psiquiátrica, mas descobriu que não tratava da mesma pessoa.
 
Passo a passo
 
As informações às quais ela se refere tratam de detalhes da viagem e da última vez em que ela foi vista, no dia 13 de fevereiro. Câmeras de segurança no desembarque mostram ela entrando em uma picape de cor prata.
 
Eles conseguiram os horários dos voos com a companhia aérea que fez o trajeto de volta da Colômbia ao Brasil. Lílian embarcou em Medelín em 12 de fevereiro, às 12h54. Desceu em Bogotá, capital do país, e embarcou novamente com destino ao aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, com chegada confirmada às 21h10. Em 13 de fevereiro, pegou o voo para Goiânia e chegou às 11h35.
 
Segundo a família, a última vez que Lílian visualizou mensagens no celular foi no dia 13, às 12h05.
 
As irmãs anotaram todo o percurso que Lílian fez dentro do aeroporto. Após sair do avião, ela pegou duas malas às 11h52, conforme registrado pelas câmeras internas. Um minuto depois, Lílian aparece na saída para o desembarque e, no minuto seguinte, se dirige à marquise do local.
 
Às 11h55, ela retorna ao terminal e entra numa casa de câmbio. Um homem de camiseta azul faz o atendimento no balcão. Ela sai do local às 12h05.

Lilian de Oliveira entrou em uma picape no Aeroporto de Goiânia e desapareceu — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

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