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10/10/15 às 09:49

Agronomia da UFMT formou mais de 1600 alunos em 40 anos

Assessoria

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Começam amanhã (10) e prosseguem até o dia 12, as comemorações alusivas aos 40 anos do curso de Agronomia da Faculdade de Agronomia, Medicina Veterinária e Zootecnia (Famevz) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Primeira graduação nessa área instalada em Mato Grosso, nessas quatro décadas foram formadas 73 turmas totalizando mais de 1600 profissionais. Em sua história, esta área contabiliza também a criação do primeiro curso de mestrado em Agricultura Tropical do país, em 1993, atualmente ofertado também o doutorado, iniciado em 2005. São mais de 270 trabalhos defendidos no período e, na avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), no triênio 2007-2009, o Programa de Pós-Graduação em Agricultura Tropical (PPGAT), que oferece os dois cursos, atingiu o conceito 5.

O evento comemorativo pauta-se na discussão de uma visão futura sobre a formação dos engenheiros agrônomos, especificamente voltada à realidade de seu mercado de atuação, considerando que a população mato-grossense representa aproximadamente 1,6% da população brasileira, e o estado contribui com 26% de tudo o que o país produz no setor agropecuário. Para essas discussões, o evento contará com a contribuição de egressos do curso, que já teve A programação tem como tema “40 anos cultivando vidas” e será aberta oficialmente às 08h30 do sábado (10), com presença de autoridades. A partir das 09h30 terá início o Fórum para debater a Estrutura Curricular do curso de Agronomia. No domingo (11) haverá plantio de árvores na Famevz e, na segunda-feira, uma visita à Fazenda Experimental em Santo Antônio de Leverger, saindo do câmpus às 10h.

Contribuição para o desenvolvimento

Mato Grosso é uma referência na produção agropecuária nacional, e a representação do peso deste setor em sua economia é indiscutível. Assim, a UFMT, já em 1974, por visualizar o potencial agrícola do estado e sua importância e estar atenta ao anseio da sociedade, criou o Centro de Ciências Agrárias (CCA), cujo curso de Agronomia iniciou suas atividades em 1975. Posteriormente, com novas demandas e com as mudanças necessárias, foram criados outros cursos, e o CCA se tornou a Faculdade de Agronomia, Medicina Veterinária e Zootecnia (Famevz). Também já estão consolidados seus programas de pós-graduação (mestrados e doutorados).

Neste cenário, atualmente, pode-se destacar que a população mato-grossense representa aproximadamente 1,6% da população brasileira, e o estado contribui com 26% de tudo o que o país produz no setor agropecuário, sendo hoje o maior produtor de soja, algodão, girassol, milho segunda safra, milho pipoca, além de deter o maior rebanho bovino de corte do país.

O estado também, além de toda esta produção agropecuária, se preocupa com a sustentabilidade ambiental e mantém 62% de sua área preservada, sendo que dois terços destas áreas pertencem às propriedades produtivas. Essa preocupação centra-se também na preservação da biodiversidade presente nos três biomas (Amazônia, Cerrado e Pantanal) de Mato Grosso.

Neste contexto e olhando para o futuro, o estado tem a oportunidade de dobrar sua produção agropecuária, simplesmente com a introdução de áreas atualmente em uso com pastagens, que hoje somam mais de 14 milhões de hectares com potencial agrícola, já que existe uma tendência para a integração lavoura/pecuária/floresta (ILPF), como observam os organizadores do evento.
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