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05/09/18 às 17:31

Mercado imobiliário paulistano tem aumento de 52,1% em vendas no 1º semestre

Débora Ramos

AguaBoaNews

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Mercado imobiliário paulistano tem aumento de 52,1% em vendas no 1º semestre

Foto: Divulgação

O mercado imobiliário é um dos setores mais promissores da economia. Passou, no entanto, por algumas turbulências com a recessão econômica brasileira e se recupera desde 2017. De acordo com pesquisa feita pelo Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), houve um crescimento tanto na venda quanto no lançamento de empreendimentos residenciais no primeiro semestre de 2018.

Foram vendidas 12.001 unidades no primeiro semestre, representando uma alta de 52,1% em comparação com o mesmo período do ano passado. O número se aproxima da média histórica para os seis primeiros meses do ano entre 2004 e 2018, de 12,4 mil unidades vendidas. Foi, também, o melhor semestre desde 2013, quando se iniciou a recessão econômica.

O relatório do sindicato mostra que a retomada foi impulsionada pelos imóveis econômicos. O maior número de vendas foi de imóveis de dois dormitórios, com área útil inferior a 45 m², e de até R$ 240 mil. Esse tipo de moradia representou 40% de todas as vendas no primeiro semestre, com um total de 4.786 unidades vendidas. No mesmo período do ano passado, a participação foi de 13% e 1.005 unidades comercializadas.
 
Lançamentos
 
O número de lançamentos também cresceu, com 8.068 unidades no primeiro semestre e 4% de alta em relação ao mesmo período de 2017. No entanto, esse número é 24% abaixo da média histórica de 10,7 mil unidades lançadas no primeiro semestre a cada ano. Novamente, quem impulsionou os lançamentos foram os imóveis econômicos.

Essas moradias corresponderam a 35% do total de unidades lançadas, com 2.802 empreendimentos nessa categoria durante o primeiro semestre. Em 2017, no mesmo período, a participação foi de 19% e 1.510 lançamentos. Se antes a previsão de vendas era de alta de 5% a 10%, agora a projeção do sindicato é expansão de 10% a 17%, enquanto os lançamentos devem sofrer queda de 8% a 10%.

Segundo Guilherme Machado, especialista em mercado imobiliário e em vendas, a expectativa é de que o setor se mantenha estável nos próximos meses, mesmo com turbulências políticas e na iminência de uma eleição para cargos majoritários. “Mesmo diante do cenário de incerteza e turbulência política (denúncias de esquemas de corrupção, desdobramentos de operações como a Lava Jato, acordos para o pleito eleitoral) que temos vivido ultimamente, o que percebemos foi uma economia mais consolidada”, disse em entrevista ao Portal Dedução. Com isso, as pessoas têm maiores possibilidades de encontrar imóveis fazendo, por exemplo, buscas na internet.

Para atrair o crescente interesse dos usuários nas pesquisas online, as empresas têm procurado investir em tecnologia, softwares e ferramentas. Um bom programa para imobiliária, por exemplo, pode auxiliar na automatização e no gerenciamento de transações imobiliárias dos mais variados tipos, trazendo mais agilidade e segurança para todo o processo.
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