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24/04/18 às 13:45

Publicação do edital para concurso do TRT SP se aproxima

Banca organizadora é a Fundação Carlos Chagas, e há oportunidades para técnicos e analistas

Débora Ramos

AguaBoaNews

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Publicação do edital para concurso do TRT SP se aproxima

Foto: Divulgação

Aumentam as expectativas para a abertura do concurso do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região de São Paulo (TRT SP). O projeto básico do certame já foi escrito e enviado para análise da administração do Tribunal. Os cargos ofertados pelo órgão no certame serão de níveis médio e superior, ou seja, para técnicos e analistas, respectivamente.

Recentemente, também foi publicado no Diário Oficial de Justiça do Trabalho a autorização para que a Fundação Carlos Chagas (FCC) seja a banca organizadora do concurso. Os cargos esperados são de Técnico Judiciário - área Administrativa, Analista Judiciário - área Judiciária e Oficial de Justiça Avaliador. Outras decisões do processo administrativo estão ligadas com a mudança de um cargo de analista para especialidade de historiador e a indicação para que haja um levantamento para saber se o órgão precisa de outros cargos. Desde novembro do ano passado, o TRT SP está autorizado a realizar um novo concurso. A pauta foi votada na Sessão Administrativa do Órgão Especial.

Em fevereiro, o Tribunal Superior do Trabalho (TST), ainda autorizou a contratação de 83 servidores pelo TRT em 2018. Desses, 35 cargos devem ser preenchidos no primeiro semestre (18 analistas judiciários e 17 técnicos judiciários) e 48 cargos no segundo semestre (25 analistas e 23 técnicos). A nomeação de servidores para o segundo semestre também pode ser antecipada por causa do iminente vencimento dos concursos regionais.

            Confira a relação de prováveis cargos ofertados no concurso:
            - Analista Judiciário – Área Judiciária
            - Analista Judiciário – Área Administrativa
            - Analista Judiciário – Área Judiciária – Especialidade Oficial de Justiça Avaliador Federal
            - Analista Judiciário – Área Apoio Especializado – Especialidade – Enfermagem
            - Técnico Judiciário – Área Administrativa
            - Técnico Judiciário – Área Administrativa – Especialidade Segurança
            - Técnico Judiciário – Área Apoio Especializado – Especialidade Enfermagem
 
Remuneração
 
 Para técnicos judiciários, o salário será de R$ 7 mil, enquanto os analistas possuem ganhos mensais de R$ 12 mil, podendo alcançar R$ 14 mil para oficial de justiça avaliador. Os valores já incluem auxílio-alimentação de R$ 884. Para candidatos que têm filhos, ainda pode haver um acréscimo com auxílio-natalidade de R$ 700.

O regime de contratação é estatutário e a remuneração já está reajustada de acordo com a lei 13.317, que aumenta progressivamente o salário-base quanto à gratificação de atividade judiciária (GAJ). Em 2019, os servidores ganharão, respectivamente, R$ 11.398 e R$ 18.701.
 
Último concurso
 
O último certame do órgão foi em 2013 e foram ofertadas 349 oportunidades com formação de cadastro reserva. Apesar disso, o último levantamento feito pelo Tribunal Regional do Trabalho do Estado de São Paulo da 2ª Região constatou que já foram convocados 1.526 candidatos para cargos de níveis médio e superior, mas muitos desistiram ou perderam os prazos. A remuneração na época variava de R$ 4.635,03 a R$ 9.188,20.

Os cargos com mais nomeações foram técnico judiciário na área administrativa (885) e analista judiciário na área judiciária (300). Para analista, ainda tiveram vagas para área administrativa (9); oficial de justiça avaliador federal (10); tecnologia da informação (11); medicina (cadastro reserva); medicina do trabalho (1); psicologia (1); enfermagem (2); arquivologia (1); e engenharia – segurança do trabalho (2).

Já para técnicos, as oportunidades ainda foram para segurança (29); tecnologia da informação (9); e enfermagem (2).

As provas foram compostas por questões de conhecimentos gerais e específicos, além de prova discursiva para analistas judiciários. Os candidatos tiveram, no total, quatro horas e meia para responder às questões.

Para analistas judiciários na área judiciária e oficial avaliador, foram cobrados conhecimentos básicos de língua portuguesa e raciocínio lógico-matemático. Já os conhecimentos específicos foram direito do trabalho, direito processual do trabalho, noções de direito constitucional, direito civil, direito processual civil e noções de direito previdenciário.

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