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25/01/18 às 19:19

Nova Xavantina - Frigorífico gera 19% dos empregos formais

Redação NX1

Edição AguaBoaNews, Clodoeste Pereira 'Kassu'

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Nova Xavantina - Frigorífico gera 19% dos empregos formais

Foto: Rodrigo Kemmerich

Como é comum em cidades de menor porte, a prefeitura representa mais da metade das vagas formais, e as atividades do setor privado são escassas. Mas a situação começou a mudar após a reabertura do frigorífico Marfrig em Nova Xavantina.

Assim como Nova Xavantina, outros rincões do país passam por um movimento semelhante. Após as turbulências de 2015 e 2016, período no qual a restrição de boi gordo e a recessão da economia provocaram o fechamento de mais de 50 frigoríficos e a demissão de 7,9 mil pessoas, a indústria de carne bovina parece ter entrado em nova fase, embalada pela inversão do ciclo da pecuária e pela retomada da economia.

Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o saldo de empregos nos abatedouros de bovinos do país ficou positivo em 8,7 mil vagas entre janeiro e novembro - o dado de dezembro ainda não foi divulgado. Trata-se do melhor desempenho desde 2012, quando os frigoríficos geraram 10,2 mil vagas. Dono do maior rebanho do Brasil, Mato Grosso lidera o movimento, seguido por Rondônia, Mato Grosso do Sul, Goiás e Pará.

As vagas criadas no último ano representam um crescimento de 7,5% ante com o estoque de 113,1 mil empregados em abatedouros de bovinos em dezembro de 2016, de acordo com os dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), do Ministério do Trabalho.

A tendência é que o saldo de empregos do setor cresça ainda mais, incluindo unidades que serão reabertas neste ano pelo Frigol em Juruena, pela Marfrig em Pontes e Lacerda e pelo Frigoestrela em Rondonópolis, ambos em Mato Grosso.

Em Nova Xavantina, a retomada das operações da unidade da Marfrig significou uma mudança de grandes proporções para o município. "Hoje, o frigorífico é o maior gerador de empregos", diz o prefeito João Batista Vaz - Cebola (PSD). Até meados do ano, quando a planta estava fechada, a prefeitura era a maior empregadora, segundo Cebola.

De acordo com os dados do Caged, o saldo de empregos nos abatedouros de bovinos de Nova Xavantina ficou positivo em 635 vagas - 19,7% dos empregos formais.
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