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22/08/17 às 18:05 / Atualizada: 23/08/17 às 09:16

Além de Ribeirão Cascalheira mais três redes municipais de Educação em MT estão em greve

Educadores de Juruena também entram em greve. Quatro redes municipais em MT estão paralisadas por falta de diálogo

Redação AguaBoaNews

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Além de Ribeirão Cascalheira mais três redes municipais de Educação em MT estão em greve

Audiência em Ribeirão Cascalheira

Foto: Assessoria

Como último recurso na luta por direitos, os trabalhadores e trabalhadoras da rede municipal de Educação de Juruena entraram em greve por tempo indeterminado nesta terça-feira (22). Também estão com as atividades paralisadas os educadores de Ribeirão Cascalheira, Curvelândia e Santa Terezinha, que enfrentam falta de diálogo por parte do Executivo e condições de trabalho precárias.

Há 48 dias em greve, a luta na Educação municipal de Ribeirão Cascalheira é pelo pagamento do piso nacional dos trabalhadores da Educação, melhorias na infraestrutura das escolas e ainda transporte escolar urbanos e rural de qualidade. Apesar de sofrerem pressão do Executivo, os educadores se mantém firmes na batalha por Educação de qualidade e valorização profissional.
 
Em Juruena a pauta de reivindicações inclui a recomposição salarial de 7,64%, participação efetiva dos trabalhadores da Educação nos conselhos municipais de Transporte Escolar e de Alimentação Escolar, assim como transparência no número de servidores da Educação e seus locais de trabalho.
 
Já em Curvelândia, a paralisação por tempo indeterminado começou em 07 de agosto, pelo pagamento do piso salarial nacional e também contra o cancelamento do Plano de Cargos, Carreiras e Salários, que foi realizado através de decretos e retirou direitos conquistados pelos educadores ao longo dos anos, como a carga horária de 30 horas semanais.
 
Os profissionais da Educação de Santa Terezinha foram os terceiros a entrar em greve, que teve início no dia 10 de agosto. Sem secretário municipal de Educação há mais de dois meses, a categoria luta por enquadramento profissional, transporte escolar e escolas com infraestrutura de qualidade, além do repasse para a subsede do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT) da contribuição sindical que é descontada em folha, mas não é repassada para a entidade sindical.
 
“A falta de diálogo por parte do Executivo tem sido frequente nos municípios, o que torna a greve, que é o último recurso, inevitável. Temos visto cortes na Educação e retirada de direitos dos educadores, mas não ficaremos calados. Faremos o enfrentamento sempre que necessário”, afirma o presidente do Sintep/MT, Henrique Lopes do Nascimento.
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